A música gospel e a proliferação de heresias
Texto recebio por e-mail.
Muito pertinente.
Lamentavelmente a Igreja brasileira tem experimentado nos últimos anos uma variedade enorme de falsos ensinos. São tantas as heresias disfarçadas de "doutrinas" que é impossível não sentir-se envergonhado diante de tanta aberração. Infelizmente boa parte destas discrepâncias teológicas se deve as canções cantadas em nossas igrejas.
Ora, por favor, pare, pense e reflita nas letras das músicas que são tocadas nos cultos evangélicos. Sinceramente algumas delas são absurdamente ridículas, além obviamente de um mal gosto musical que denota a incompetência dos compositores. Se não bastasse isso, os princípios teológicos disseminados nestas canções são destruidores.
Sinceramente fico a pensar por que os músicos de nossas comunidades evangélicas não submetem suas "poesias" a pessoas qualificadas para que à luz das Escrituras avalie o conteúdo de suas canções.
Para piorar a situação algumas destas pérolas musicais descaradamente atentam contra o vernáculo ultrapassando em muito a liberdade poética fazendo-nos ruborizar diante de tanta ignorância. Junta-se a isso que os louvores cantados em nossas reuniões são extremamente antropocêntricos, o que nitidamente se percebe em nossos encontros congregacionais. Se fizermos uma análise de nossas liturgias chegaremos a conclusão que boa parte das canções que entoamos são feitas na primeira pessoa do singular, cujas letras prioritariamente reivindicam as bênçãos de Deus.
Pois é, numa liturgia preponderantemente hedonista, os evangélicos são extravagantes, querem de volta o que é seu, necessitam de restituição, determinam a prosperidade, tocam no altar, pedem chuva, cantam mantras repetitivos erotizando sua relação com Deus, desejando da parte do Criador, beijos, abraços e colo.
Caro leitor, sem sombra de dúvidas vivemos dias complicadíssimos onde o Todo-poderoso foi transformado pelos falsos apóstolos em gênio da lâmpada mágica, cuja missão prioritária é promover satisfação aos crentes. Diante disto, precisamos orar ao Senhor pedindo a Ele que nos livre definitivamente desse louvor, filho bastardo da indústria mercantilista gospel, o qual nos tem nos empurrado goela abaixo, conceitos e valores anticristãos cujo objetivo final não é a glória de Deus, mas satisfação dos homens.
Pense nisso!
Protestantes crescem na América Latina
BRASIL
ALC
Rio de Janeiro, terça-feira, 3 de agosto de 2010 (ALC) - As igrejas evangélicas, com forte papel social, multiplicam-se no Brasil e na América Central, ameaçando a tradicional hegemonia católica, afirma o jornalista Carlos Cano, em reportagem publicada no Jornal El País.
Não existem estatísticas consolidadas, mas em El Salvador, de acordo com pesquisa recente realizada pelo Iudop, o instituto independente da Universidade Centro Americana (UCA), dos jesuítas, os 16% da população que se declaravam protestantes em 1988 são hoje mais de 38%. E nos demais países do continente, com exceção do México, pelo menos uma em cada dez pessoas é protestante. Há casos, como na Guatemala, em que se prevê que será majoritariamente evangélico em breve.
Embora esta tendência seja alta na América Central, há os casos em que os dados falam por si, como no sul do Panamá. O número de protestantes no Brasil foi sempre inferior a 5% até 1960. Mas durante os anos 90 essa proporção subiu de 9% para 15,4% em relação à população total. E agora, com cerca de 30 milhões de evangélicos, os brasileiros competem com a Alemanha, a África do Sul e a Nigéria pelo terceiro lugar na escala dos países com mais protestantes no mundo, hoje ainda liderada pelos Estados Unidos e o Reino Unido.
O protestantismo histórico, seja o de Lutero, de Calvino ou o anglicanismo, sempre foi minoria na América colonial, até inícios do século XX, com as ondas de reavivamento espiritual e a expansão das igrejas pentecostais, que começaram a enraizar-se. Mas – indagou o jornalista – o que deve ter gerado uma mudança tão significativa num continente que durante séculos foi esmagadoramente católico?
Samuel Rodrigues, chefe da NHCLC, a maior organização hispano-evangélica nos EUA, apresenta três motivos: o primeiro, é que para se tornar evangélico "não precisa mudar sua cultura, porque o Evangelho pode ir com salsa ou mariachi"; o segundo, a Igreja Evangélica propõe "uma relação com Deus, sem a burocracia religiosa"; ela manifestou-se contra ditaduras, com vistas a "uma religião da liberdade".
O antropólogo salvadorenho Carlos Lara disse que em seu país a ascensão do protestantismo "tem a ver com a guerra" e, embora apenas em parte, com uma certa reação "não-política à teologia da libertação". Foi essencial, contudo, a mudança sociocultural ocorrida, analisou.
Outros espaços de atuação evangélica é seu papel social nos centros de reabilitação de drogas, no serviço de apoio nas prisões e nas escolas, e não apenas em ações de grande escala. Lara destacou que as igrejas evangélicas "funcionam como micro-sociedades em que os níveis de ajuda mútua são muito fortes."
Alguns têm até atribuído ao protestantismo um efeito elevador. Mas o antropólogo americano David Stoll, autor do premonitório ensaio “A América Latina está se tornando protestante?”, embora seja cético pondera que "passar quatro noites na igreja, em vez de bêbado na rua, melhora a nutrição das crianças e promove papéis familiares mais adequados. Mas não se pode demonstrar que se tornar evangélico melhore sua condição social".
Diante da perda de fiéis, Crisóforo Dominguez, da Conferência Episcopal Latino-Americana (Celam), diz que “mais que um erro, a Igreja Católica está cometendo um pecado de omissão". Quando indagado pela visita de Bento XVI ao Brasil em 2007 – interpretada então como uma forma de frear as conversões aos evangélicos, "a opinião dos estudiosos consultados pelo El Pais é unânime: não serviu de nada”.
Samuel Rodrigues não tem dúvidas de que até o final do século o continente será "essencialmente evangélico". Mas nem todos têm essa visão com tanta clareza. O teólogo espanhol e professor em Georgetown (Washington), José Casanova, observa que "as projeções não estão se realizando". E o sociólogo Antônio Pierucci afirma que "havia muitos católicos dispostos a abraçar uma religião mais exigente em termos de comportamento e dedicação. Inclusive com o dinheiro. Mas não são todos", diz ele, "e é o que marca o teto".
Projeções estatísticas de lado, ninguém atribui demasiada importância às consequências. Samuel Rodrigues acredita que "os valores (evangélicos e católicos) são os mesmos". Tanto que os compara com "a Pepsi e a Coca-Cola". Antonio Pierucci, entretanto, descartou uma mudança cultural: "O grande problema é que os evangélicos proíbem o álcool, por isso, após um casamento, bebem água ou suco de frutas. Você sabe quanto tempo dura uma festa dessas?", pergunta ironicamente.
O que parece claro é que a visão evangélica reserva às mulheres um papel de maior protagonismo social. "Isso é muito importante," afirma José Casanova, “não tanto pelos pastores – que nas igrejas protestantes podem ser mulheres – mas pela clientela feminina, que contraria o machismo".
Há também alguns que desenham uma americanização da cultura, mas José Casanova constata que, em qualquer caso, a influência será bidirecional. "Nos EUA, a longo prazo, haverá um deslocamento pró-democracia do voto hispânico evangélico”.
Outro efeito do auge do protestantismo, segundo José Casanova, é a "renovação" católica: no Brasil, os carismáticos – com as práticas cerimoniais semelhantes aos de alguns evangélicos – representam mais de 20%.
Samuel Rodrigues aponta inclusive para a política: "Muitos líderes de sucesso falam de redenção e de Jesus". Até "a fraseologia de Hugo Chávez é evangélica", analisa. E o Twitter parece lhe dar razão. Após abrir o túmulo de Bolívar, o presidente venezuelano twitteou: "Meu Deus, meu Deus. Cristo meu, Jesus Cristo Nosso. Enquanto eu orava em silêncio, vendo aqueles ossos, eu pensei em você".
Precisamos de uma nova Reforma!!
Nós estamos precisando de uma nova Reforma! Na época da primeira Reforma, a igreja estava vendendo terrenos nos Céus; nos dias de hoje, a igreja está vendendo terrenos na Terra. Naquele tempo, as pessoas ansiavam pelos tesouros dos Céus; hoje, as pessoas anseiam pelos tesouros da terra. No passado, a igreja institucional usava a Bíblia para enganar os fiéis; no presente, muitas instituições também usam a Bíblia para enganar os cristãos. Mudaram as épocas, os nomes das pessoas, as propostas, as regiões geográficas, mas a ganância, a vaidade, a ambição e as estratégias continuam sendo as mesmas.
Precisamos de uma nova Reforma não, primeiramente, nas instituições, mas, sobretudo em nossos próprios corações. A Bíblia precisa ser redescoberta, não nos púlpitos e nas plataformas, mas nos nossos quartos e momentos mais íntimos. Se naquela época, as pessoas eram enganadas porque tinham os olhos nos Céus, hoje, as pessoas são enganadas porque têm os olhos na Terra; se no passado, os cristãos eram iludidos porque não tinham a Bíblia em suas mãos, hoje, eles são iludidos mesmo tendo uma, duas, três ou mais Bíblias em casa. O problema não é a falta das Escrituras, mas, sim, a falta de leitura e meditação na Palavra de Deus. Os cristãos se tornaram acomodados e preguiçosos!
Nos dias de hoje, poucas são as pessoas que não se deixam levar pela preguiça intelectual; e muitos são os que preguiçosamente se assentam para ouvir a música ou a pregação de um outro. Muitos são os que só se alimentam daquilo que é regurgitado por outros; e poucos são os que, diante do Senhor, cavam as suas próprias cisternas a fim de beberem das águas mais límpidas. Muitos, sem o saber, já estão doentes, pois são muitos os que não mais têm fome e nem sede. Alimentam-se através de uma sonda, quando alguém lhes injeta algum tipo de alimento na alma.
Os sermões, as pregações e a adoração congregacional são fundamentais; mas eles jamais substituem o firme fundamento que é construído no trabalho solitário da leitura e meditação diária nas Escrituras, quando a pessoa pode se encontrar e relacionar-se intimamente com a Palavra que se fez carne, Jesus, o Pão do Céu, o desejado da nossa alma. A recomendação que Paulo deu a Timóteo é a mesma que ecoa pelas paredes dos séculos e reverbera nos nossos ouvidos: “Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade” (2Timóteo 2.15 – RA).
Voltemos à Palavra e ao Testemunho!
Gustavo Bessa
Reflexões sobre a Igreja

Parece que a maioria dos evangélicos pensa que uma igreja grande exalta a Deus mais do que um grupo de igrejas pequenas... Os líderes evangélicos que compuseram o catecismo curto de Westminster corretamente afirmaram que a finalidade do homem é glorificar a Deus. Nossos alvos na edificação da igreja não devem fugir a este mesmo propósito. Parece que a maioria dos evangélicos pensa que uma igreja grande, com centenas ou milhares de membros, exalta a Deus mais do que um grupo de igrejas pequenas que congregam o mesmo número de crentes em garagens, salas e outros locais, apropriados ou não. Belos templos construídos como monumentos, ao bom gosto dos seus membros afluentes, são sinais de sucesso.
Qual é o pastor que não aprecia o privilégio de liderar um povo bem organizado, dispondo de excelentes equipamentos, secretárias e um orçamento que facilita o pagamento de belos salários aos obreiros; de abrir novas congregações e poder sustentar missionários e obras sociais. Uma igreja grande tem muitas opções e liberdade para agir porque mobiliza muitas pessoas. Igrejas pequenas parecem insignificantes e restritas. Mas há cristãos que se sentem incomodados com o tipo da igreja que se assemelha a uma empresa bem organizada e eficiente. Alguns acham especialmente difícil responder à pergunta chave: como era a igreja do Novo Testamento em relação a de nosso ideal moderno? Evidentemente, os cristãos primitivos, não construíram suntuosos templos com bancos confortáveis para acomodar centenas de membros. Mesmo assim essas igrejas pequenas cresciam, persuadiam, treinavam informalmente seus membros. Podemos detectar várias motivos porque as igrejas primitivas cresceram, sem mencionar o poder indispensável do Espírito Santo (At 1.8 ):
PRIMEIRO
O primeiro elemento chave foi a naturalidade com que os primeiros adaptaram os lares para substituir a sinagoga como local predileto para os cultos. "Partiam pão de casa em casa " (At 2.46) pode ser uma referência às reuniões de fraternidade (ágape) junto com a Ceia do Senhor (l Co 11.17-34). Oscar Cullmann, renomado estudioso do Novo Testamento, pensa que toda reunião das igrejas primitivas celebravam a Ceia como parte do culto.
SEGUNDO
As reuniões permitiam muita informalidade. "Quando vos reunis, um tem salmo, outro doutrina, este traz revelação, aquele outro, língua, e ainda outro, interpretação. Seja tudo feito para edificação" (1Co 14.26). Participação como esta tem a vantagem de envolver os membros da igreja, o que dificilmente ocorre em igrejas grandes cheias de espectadores.
TERCEIRO
O convite para incrédulos entrar na casa para observar os procedimentos da reunião também tinha o seu lado positivo. Paulo recomendou aos membros, profetizar, para convencerem os não convertidos, manifestando os segredos dos seus corações. Isso deve trazer arrependimento e adoração (l Co 14.24,25). Nas reuniões pequenas do primeiro século se evangelizava ainda que este não fosse o propósito do culto. Integração, dentro da comunidade, foi algo fácil e natural. Dr. Michael Green considera a evangelização nas casas um dos métodos mais importantes dos primeiros séculos. As vantagens são óbvias, tais como, a facilidade da troca de idéias, não isolar o líder ou pregador, dos ouvintes, o convívio da hospitalidade na hora de comerem juntos, a atmosfera descontraída, a possibilidade de responder perguntas e a criação de pressão suave pela amizade (Evangelização na Igreja Primitiva, Ed. Vida Nova, 1984, p. 252). Nos lares, a conversão dos maridos, mulheres e crianças se torna mais natural (Paulo reconhece esse fato em l Co 7.14 em l Pe 3.1).
QUARTO
As reuniões de poucas pessoas facilitavam o desenvolvimento de comunhão (koinonia) mais estreita e íntima do que ajuntamentos de grandes números de pessoas. Todas as exortações mútuas, que os crentes primitivos foram encorajados a receber e praticar, mostram claramente que somente em grupos pequenos era possível cuidarem uns dos outros.
QUINTO
Somente em grupo reduzido pode se esperar uma preocupação mais genuína com os desviados e problemáticos. Como podia Paulo ter se preocupado entre o desentendimento entre Evódia e Síntique se a Igreja de Filipos tivesse mil membros? (cf. Fp 4.2). Só é possível saber o que realmente está acontecendo em toda a igreja quando o número de membros é pequeno.
SEXTO
A diversidade dos tipos de reuniões que se realizavam no período do Novo Testamento, mostram a eficiência na criação de vínculos de amizade e comunhão. No Novo Testamento encontramos reuniões de: oração (At. 12.12); de comunhão (21.7); de celebração da Ceia (2.46); de culto e ensino (20.7); evangelísticas (16.32); para ouvir e apresentar as Boas Novas (10.22); para responder perguntas (18.26); um ensino mais formal (5.42) e para debate (28.17,18 ). Paulo ao revelar que além de um ministério público, ele admoestava "a cada um com lágrimas", de casa em casa (At 20.20,31), mostra o equilíbrio entre a proclamação do evangelho, para os pagãos, e o discipulado individual e em pequenos grupos.
ALGUMAS IMPLICAÇÕES Parece que vantagens poderiam ser aproveitadas se as igrejas que idealizam templos grandes e organizações eficientes incorporassem nos seus planos, grupos menores, que refletem a natureza das igrejas do Novo Testamento. Não é uma maldição crescer numericamente até o ponto em que nem o pastor conhece pessoalmente todos os membros de sua igreja. Por outro lado, não pode ser vontade de Deus que os membros não tenham alguns irmãos que os conheçam bem. Somente assim pode-se cumprir a ordem bíblica, "... Exortai-vos mutuamente cada dia, durante o tempo que se chama Hoje, a fim de que nenhum de vós seja endurecido pelo engano do pecado" (Hb 3.13). Em grupos menores torna-se possível orar participativamente. Os pedidos e respostas podem ser compartilhadas para o louvor do Senhor que o ouviu e respondeu. Em reuniões nos lares pode-se saber dos problemas mais profundos que os irmãos passam sem o constrangimento natural que há em reuniões numerosas na igreja. Em reuniões menores há necessariamente a participação maior de líderes em potencial. Podemos ter certeza que em igrejas que restringem sua vida comunitária aos templos grandes deixarão passar desapercebidos muitos irmãos que tem dons e talentos enterrados.
CONCLUSÃO A glória de Deus é a finalidade da igreja e todos os seus ministérios. Devemos continuar a dialogar e buscar nas páginas das Escrituras qual é a estrutura mais prática para alcançar os objetivos que a Palavra nos revela.
Pr. Russell Shedd
Igreja Perseguida
Esposa de um cristão que foi preso por anunciar a Cristo fala sobre sua dificuldade em meio à perseguição.
Cinco muçulmanos da Somália atacaram um cristão na Etiópia
A agência International Christian Concern (ICC) recebeu a informação de que, em 16 de julho, cinco homens muçulmanos da Somália atacaram e feriram gravemente um homem cristão em Addis Ababa, Etiópia, por ler um livro de crítica ao Profeta Maomé.
Mike Abdul Falahow, um cristão convertido do islamismo, estava lendo um livro intitulado “A Grande Decepção: Como Maomé Tentou Converter Cristãos para o Islã”, quando dois muçulmanos exigiram que ele entregasse o livro, dizendo que era insultante e atacava a honra do Profeta Maomé. O livro é um estudo crítico da Sura Al Imran 3:33-64 do Alcorão.
Falahow se recusou a entregar o livro e lembrou os muçulmanos de que eles estavam vivendo em Addis Ababa e, não em Mogadishu e, portanto, tinham liberdade religiosa.
Um dos homens muçulmanos tentou tirar o livro das mãos de Falahow, mas não conseguiu, passou a chutar e dar socos em Falahow. Os outros quatro homens muçulmanos se juntaram ao ataque a Falahow e surraram-no sem misericórdia.
Falahow sofreu lesões como uma perna quebrada e cortes em seu rosto. Atualmente, ele está se recuperando em local seguro, uma casa providenciada pela comunidade cristã da Somália em Addis Ababa. O incidente foi relatado para a polícia.
Um líder da igreja em Addis Ababa, Somália, descreveu ao ICC sobre o ataque, dizendo “uma tentativa brutal de subjugar o crescimento da comunidade cristã somaliana em Addis Ababa.”
Essa não é a primeira vez que os muçulmanos da Somália atacaram somalianos que se converteram ao cristianismo em Addis Ababa. No entanto, essa é a primeira vez que um ataque como esse ocorreu em local público.
Jonathan Racho, Administrador Regional do ICC na África, disse “Muitos cristãos somalianos foram assassinados por radicais do Islã na Somália e muitos deixaram seu país pela perseguição que sofriam. Infelizmente, eles não escapam da perseguição mesmo após terem deixado seu país. Encorajamos as autoridades da Etiópia a impedirem a tentativa dos Islâmicos de importarem suas ideologias violentas da Somália. O abuso a convertidos ao cristianismo se tornará pior, a menos que as autoridades tomarem medidas contra os indivíduos que são responsáveis pelo ataque a Falahow.”
Tradução: Isabela Paiva Siqueira
Fonte: International Christian Concern
A Importância de Qualidade Musical na Igreja
A Importância de Qualidade Musical Na Igreja
Por Raquel Emerick
E no Tabernáculo de Davi? Havia qualidade musical? Havia divisão de vozes? Havia vários instrumentos? Havia ensaios?
Querido leitor, eu quero levá-lo a ver algumas verdades sobre a necessidade de usar a música com qualidade para a glória de Deus!
Se você ler cuidadosamente os livros das Crônicas, você conseguirá observar estes detalhes preciosos. Quero aqui neste breve artigo ressaltar duas partes deste livro que me chamam mais a atenção.
No capítulo 15 do primeiro livro, lemos, a partir do verso dezesseis:
“E disse Davi aos chefes dos levitas que constituíssem, de seus irmãos, cantores, para que com instrumentos musicais, com alaúdes, jarpas e címbalos, se fizessem ouvir, levantando a voz com alegria. Designaram, pois os levitas a Henâ (...) Asafae (..) Etã (...)”
“E os cantores, Hemã, Asafe e Etã, se faziam ouvir com címbalos de metal; E Zacarias, Aziel, Semiramote, Jeiel, Uni, Eliabe, Maaséias, e Benaia, com alaúdes, sobre Alamote. E E Matitias, Elifeleu, Micnéias, Obede-Edom, Jeiel, e Azazias, com harpas, sobre Seminite, para sobressaírem. E Quenanias, chefe dos levitas, tinha o encargo de dirigir o canto; ensinava-os a entoá-lo, porque era entendido” (v. 19-22)
Talvez sua Bíblia já tenha traduzidos os termos Alamote e Seminite, por exemplo. (várias Bíblias hoje já são assim). Se a sua for uma delas, você vai poder confirmar o que vou dizer.
O termo Alamote, do orginial significa SOPRANO, e Seminite, significa TOM DE OITAVA.
Algumas Bíblias até tem a tradução de Alamote como com alaúdes, em voz de soprano, e de Seminite como em voz de baixo, para conduzir o canto.
A Bíblia amplificada chega a comentar sobre Alamote: “Provavelmente as vozes agudas, da Clave de Sol”
E de Seminite: “Provavelmente as vozes graves, da Clave de Fá”.
O versículo 22 diz que Quenanias era entendido, em outra versão, era ‘perito’ no canto. Outra ainda diz que ele era o ‘regente do coral, pois era um músico habilidoso’.
Temos algumas interpretações diferentes para nós hoje, devido ao fator tempo, instrumentos musicais, termos não definidos, etc. Mas mesmo assim, uma coisa podemos afirmar sem medo de errar: Havia qualidade, havia postos designados, ensaiados, diversidade de instrumentos, de vozes e arranjos dos mesmos. Por que hoje há tanto problema com relação a pessoas que não querem estudar música, que são contra ensaios e não querem aprimorar o dom que o Senhor lhes deu? Estes dons serão cobrados um dia, e deverão ser multiplicados (ver Mt. 25:14-29 ).
Outra passagem de I Crônicas é do capítulo 25, versos 6 e 7:
“Todos estes estavam sob a direção de seu pai, para a música da casa do Senhor, com saltérios, címbalos e harpas, para o ministério da casa de Deus; e Asafe, Jedutum, e Hemã, estavam sob as ordens do rei. E era o número deles, juntamente com seus irmãos instruídos no canto ao Senhor, todos eles mestres, duzentos e oitenta e oito”.
Neste tempo havia um coral de 288 vozes! E não somente vozes não trabalhadas, mas MESTRES, peritos no canto a Deus!
Continue desenvolvendo seu dom no Senhor! Esse é nosso chamado como ministros ao Senhor com a música. O que possui um dom deve se esmerar no que faz. Aquele que ensina, deve estudar, aprimorar-se, etc. O que prega, deve buscar a cada dia mais. E o que usa a música como ferramenta de adoração, também de estudar e sempre melhorar no que faz, sabendo que um dia lhe será cobrado, e ciente também, de que se veio do Senhor, para Ele, e a Ele somente, é devida toda a glória.
Deus te abençoe.
Em Cristo,
Raquel
10 Dicas para um bom ensaio vocal

10 dicas para um bom ensaio vocal
por Ronaldo Bezera
O ensaio deve fazer parte da rotina de todo ministério de música. Algumas pessoas tem uma visão fantasiosa a respeito dos músicos de sucesso supervalorizando a questão da INSPIRAÇÃO. Mas qualquer músico que se esforça para oferecer o melhor em seu ministério sabe que inspiração é importante, mas TRANSPIRAÇÃO é fundamental.
O ensaio é a hora da transpiração, de dedicar tempo e atenção para que a música na casa de Deus seja feita com qualidade. Já ouvi muitos comentários do tipo: "Nós ensaiamos tanto mas nada dá certo!" Talvez o ensaio não esteja sendo feito de forma eficaz e foi pensando nisto que resolvi indicar alguns caminhos para que você chegue no ponto que deseja. Vamos juntos!
1. REGULARIDADE Procure fazer ensaios constantes, no mínimo uma vez por semana, isto é importante para integração musical e comunhão do grupo.
2. TEMPO Uma duração ideal para um bom ensaio deve ser em torno de duas horas. É difícil conseguir resultados reais em menos tempo, se você quiser fazer um ensaio mais longo dê um pequeno intervalo para água e descanso, precisamos lembrar que a voz é um instrumento delicado.
3. PRESENÇA A presença no ensaio deve se tornar obrigatória, não é justo que o grupo todo ensaie e no momento da ministração seja prejudicado por um "penetra" não é ?
4. ESTRUTURA É importante ter um local específico para ensaio, um lugar quieto onde o grupo possa ter um pouco de privacidade. O ensaio vocal deve ser sempre acompanhado por um instrumento harmônico ( teclado, piano, violão, guitarra) que garanta a afinação do grupo.
5. ORAÇÃO É verdade que ensaio é ensaio, não é hora de estudo bíblico e nem de orações sem fim, mas é importante orar no início do ensaio. Quando estamos trabalhando na obra muitas lutas se levantam precisamos lembrar que não é contra carne nem sangue que devemos guerrear. Efésios 6:10-18.
6. AQUECIMENTO Pense na voz como parte de seu organismo. Quando você abre os olhos de manhã, logo pula da cama e sai correndo pelo quarteirão para se exercitar ??? Claro que não! Da mesma forma a voz precisa se espreguiçar, precisa acordar, precisa aquecer. Exercícios de relaxamento, de respiração e alguns vocalizes tem esta função na técnica vocal. O grupo, ou alguém do grupo, precisa investir em uma boa aula de técnica vocal.
7. MATERIAL VISUAL Todo material escrito ajuda na memorização. Se souber escreva os arranjos, se não souber, registre ao menos a letra e acordes do cântico e distribua cópias. Peça que as pessoas anotem o que está sendo combinado: onde abrir voz, variações de dinâmica, repetições, etc.
8. MATERIAL AUDITIVO Se você vai ensaiar músicas já registradas em Cd, leve a gravação para que todos ouçam o arranjo original. O desenvolvimento da percepção musical é imprescindível para o bom cantor.
9. ORGANIZAÇÃO O ensaio precisa ter direcionamento, é bom que o repertório e o roteiro do ensaio estejam pré-definidos. A equipe deve ser agrupada com alguma lógica: homens e mulheres, por naipes (sopranos, contralto, tenor, baixo), ou da maneira que você achar melhor, mas faça desta divisão algo automático na cabeça do grupo.
10. PERSEVERANÇA Tenha paciência e não desista. Medite em II Pedro 1: 5-8. O ensaio é uma semeadura, nem sempre colhemos os frutos instantaneamente, mas o nosso trabalho não é vão no Senhor!!!
Mirella de Barros Antunes, é Professora de prática vocal, teoria e percepção da ESTM. fonte: site Ronaldo Bezera
Ronaldo Bezera


